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Especializado em Arquitetura e Urbanismo

Contabilidade para Arquitetos: RRT, projetos e comissões declaradas sem risco fiscal

Assessoria contábil consultiva para arquitetos autônomos e PJ. CNAE certo, RRT entrando na precificação, Fator R bem calculado e orientação clara sobre como formalizar com nota fiscal as comissões de lojas e fornecedores recebidas por especificação de produtos.

CNAE e Fator R Certos Enquadramento correto entre Anexo III e Anexo V do Simples Nacional
RRT na Precificação Custo recorrente da responsabilidade técnica organizado no seu financeiro
Comissão Sem Risco Receita de fornecedores formalizada com nota fiscal, sem informalidade
Realidade Profissional

Sua contabilidade entende a rotina de quem assina RRT e recebe comissão de fornecedor?

A rotina de arquitetos autônomos e PJ combina RRT por projeto, faturamento irregular e uma fonte de receita pouco falada: as comissões de lojas e fornecedores. Uma contabilidade genérica não trata esse conjunto com o cuidado que ele exige.

RRT pesando sem planejamento

O RRT recolhido ao CAU a cada projeto assumido é um custo recorrente. Sem entrar na precificação e no controle financeiro, ele reduz sua margem sem você perceber de onde veio a diferença.

Renda por projeto, não por mês

Diferente de quem recebe salário fixo, o faturamento do arquiteto varia conforme os projetos em andamento e a etapa de cada um. Isso exige um controle financeiro que acompanhe essa irregularidade.

Comissão "por fora" é risco fiscal

Comissões e descontos de lojas de móveis e fornecedores por especificação de produtos são receita da empresa. Recebê-las de forma informal, sem nota fiscal, é um risco fiscal real que precisa ser corrigido.

Soluções Completas

O que nossa contabilidade faz por arquitetos

Oferecemos uma estrutura integrada para cobrir todas as obrigações fiscais, contábeis e trabalhistas de quem atua na arquitetura.

CNPJ / Abertura de Empresa

Constituição de SLU ou sociedade, escolha do CNAE correto conforme os serviços prestados (projeto, urbanismo, interiores, consultoria) e enquadramento inicial no Simples Nacional.

Apuração e Obrigações

Apuração mensal de impostos, entrega de obrigações acessórias e orientação para emissão de notas fiscais por etapa de projeto e por comissão recebida de fornecedores.

Planejamento Tributário

Avaliação contínua entre Simples Nacional (Anexo III ou V, com atenção ao Fator R) e Lucro Presumido, buscando eficiência tributária dentro da legalidade.

Pró-labore e Lucros

Definição do pró-labore em nível que sustente um Fator R favorável, evitando queda para o Anexo V, e cálculo da distribuição de lucros conforme apuração regular.

Departamento Pessoal

Folha de pagamento para escritórios com equipe própria, pró-labore dos sócios, eSocial e encargos trabalhistas em dia.

BPO Financeiro

Organização do fluxo de caixa por projeto, controle do RRT como custo recorrente e formalização correta das comissões de fornecedores dentro do CNPJ.

Análise Estratégica

Arquiteto Pessoa Física vs. Pessoa Jurídica (PJ)

Entenda como a escolha da estrutura jurídica e do regime tributário impacta diretamente os rendimentos líquidos de quem atua na arquitetura.

Atuação como Pessoa Física

CPF e Carnê-Leão

Na pessoa física, os valores recebidos por projetos sofrem tributação progressiva do Imposto de Renda, que pode alcançar até 27,5%, além das obrigações do carnê-leão e do INSS, sem margem para deduzir RRT e despesas operacionais como despesa empresarial.

  • Tributação progressiva de até 27,5% no IRPF
  • Obrigatoriedade de recolhimento mensal de carnê-leão
  • Sem estrutura formal para declarar comissões de fornecedores
Indicado para quem está começando ou tem faturamento reduzido e esporádico.
Atuação como Pessoa Jurídica (PJ)

CNPJ e Regimes Tributários

Abertura de empresa com enquadramento no Simples Nacional (com atenção ao Fator R e ao Anexo correto) ou Lucro Presumido, com emissão de notas fiscais tanto para os projetos quanto para as comissões de fornecedores.

  • Alíquotas iniciais reduzidas no Anexo III via Fator R bem calculado
  • Possibilidade de deduzir RRT e despesas operacionais
  • Estrutura pronta para faturar comissões sem risco fiscal
Recomendado para autônomos, PJ multicliente e escritórios de arquitetura Fazer simulação
Migração Segura

Já tem contabilidade e quer migrar para a Dose Contábil?

Se você sente que seu contador atual não entende de RRT, não orienta sobre como formalizar comissões de fornecedores ou não organiza seu financeiro por projeto, a troca de escritório é simples e pode ser feita a qualquer momento do ano.

1

Contato inicial: Você nos conta como está sua situação e suas expectativas.

2

Análise documental: Avaliamos enquadramento, obrigações e histórico fiscal.

3

Transição assistida: Cuidamos da comunicação com o escritório anterior sem burocracia para você.

Pronto para elevar o nível da sua contabilidade?

Tenha uma equipe que entende de RRT, Fator R e formalização de comissões, para focar no que realmente importa: seus projetos e seus clientes.

Falar com Especialista
Diagnóstico inicial

Encontre a estrutura certa para sua carreira na arquitetura

Conte um pouco sobre sua operação. A equipe recebe essas informações no WhatsApp e direciona a conversa desde o primeiro contato.

Sem compromisso e sem promessa de economia automática.

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Perguntas Frequentes sobre Contabilidade para Arquitetos

Respostas detalhadas para as principais dúvidas de arquitetos autônomos e PJ.

Conteúdo Aprofundado

Guia Estratégico de Contabilidade para Arquitetos

A contabilidade para arquitetos vai muito além de calcular o DAS todo mês. Profissionais que combinam projetos de diferentes portes, clientes de naturezas distintas, o RRT como custo obrigatório e, em muitos casos, comissões de fornecedores enfrentam decisões de CNAE, regime tributário e organização financeira que impactam diretamente o quanto sobra no fim de cada projeto.

RRT: um custo recorrente que precisa entrar na conta

O Registro de Responsabilidade Técnica não é um imposto federal, mas é um valor obrigatório recolhido ao CAU a cada projeto assumido. Ignorar esse custo na hora de precificar um serviço é um erro comum que reduz a margem sem o arquiteto perceber de onde veio a diferença. O ideal é que o RRT seja tratado como parte do custo do serviço desde o orçamento inicial, e acompanhado no controle financeiro da empresa.

Comissão de fornecedores: receita da empresa, não um "extra por fora"

É comum arquitetos receberem comissão, bonificação ou desconto de lojas de móveis, materiais de acabamento e outros fornecedores quando especificam produtos em um projeto. Esse valor é receita da atividade profissional e precisa ser formalizado com nota fiscal, entrando na apuração normal da empresa junto com o faturamento dos projetos. Tratar essa comissão como um combinado informal, recebido fora do CNPJ, é um risco fiscal real: a omissão de receita pode ser identificada pela Receita Federal e gerar autuação, multa e cobrança retroativa dos tributos não recolhidos. Formalizar esse fluxo desde o início evita esse tipo de problema e ainda fortalece o faturamento declarado da empresa.

CNAE certo e Fator R: a dupla que define quanto imposto você paga

Projeto arquitetônico, urbanismo, design de interiores e consultoria são atividades que precisam estar refletidas no CNAE da empresa, inclusive quando há receita de comissões. O Fator R — relação entre folha de pagamento e receita bruta — também pesa na conta: um pró-labore mal dimensionado, definido só para economizar INSS no curto prazo, pode empurrar a empresa do Anexo III para o Anexo V do Simples Nacional, mais caro.

Faturamento por projeto: organizando um fluxo de caixa irregular

Diferente de quem recebe salário fixo todo mês, o arquiteto costuma faturar por etapa de projeto — estudo preliminar, anteprojeto, projeto executivo — com prazos e formas de contratação diferentes conforme o cliente seja pessoa física, construtora ou incorporadora. Organizar esse fluxo com antecedência, considerando também a irregularidade das comissões recebidas, é o que evita aperto de caixa entre um contrato e outro.