Contabilidade para E-commerces e Lojas Virtuais
Assessoria contábil para quem vende produto próprio online: do lojista tradicional em marketplaces ao desenvolvedor que construiu a própria loja, SaaS com componente físico ou plataforma de nicho. CNPJ, ICMS, NF-e, DIFAL e conciliação de marketplaces com segurança fiscal.
Sua contabilidade entende as particularidades de quem vende produto online?
Vender produto pela internet — em loja própria, em marketplace ou como extensão de um SaaS — exige uma contabilidade que entenda tributação de comércio, não de serviço. Erros de enquadramento geram multas e corroem a margem.
Comércio vs. Serviço
ICMS, NF-e e Simples Nacional Anexo I seguem regras diferentes das que valem para quem presta serviço. Confundir os dois regimes é um dos erros mais comuns entre quem começou a vender sem estrutura contábil.
O Dev que Também Vende Produto
Programadores e agências que criaram sua própria loja, um SaaS com componente físico ou uma plataforma de nicho enfrentam um problema a mais: separar o que é venda de mercadoria do que é prestação de serviço técnico, muitas vezes com CNAEs e regimes diferentes dentro da mesma empresa.
Marketplaces e Conciliação
Comissões, retenções, repasses e antecipações de Mercado Livre, Shopee e Amazon dificultam saber quanto realmente entrou no caixa. Sem conciliação, a apuração de impostos e o cálculo de margem ficam distorcidos.
O que nossa contabilidade faz pela sua loja virtual
Oferecemos uma estrutura integrada para cobrir todas as obrigações fiscais, contábeis e trabalhistas de quem vende produto online, seja em marketplace, loja própria ou plataforma desenvolvida pelo próprio lojista.
CNPJ / Abertura de Empresa
Abertura de CNPJ com CNAE de comércio eletrônico varejista, Inscrição Estadual para emissão de NF-e e orientação para quem também presta serviço técnico junto com a venda de produto, como SaaS ou desenvolvimento sob demanda.
Apuração e Obrigações
Apuração mensal de ICMS, cálculo de DIFAL em vendas interestaduais, orientação para emissão de NF-e e NFC-e integrada à sua plataforma de vendas e organização das obrigações acessórias de quem comercializa mercadorias.
Planejamento Tributário
Análise do enquadramento no Simples Nacional (Anexo I para comércio) e avaliação de transição para Lucro Presumido conforme o faturamento cresce, sempre dentro da legalidade e sem prometer economia garantida.
Pró-labore e Lucros
Definição do pró-labore do sócio-lojista e orientação sobre distribuição de lucros, com atenção redobrada quando o mesmo CNPJ mistura receita de venda de produto com receita de serviço técnico.
Departamento Pessoal
Folha de pagamento para equipe de atendimento, logística e suporte técnico, além de orientação sobre a contratação de freelancers e prestadores que apoiam a operação da loja.
BPO Financeiro
Conciliação de recebíveis de marketplaces, gateways de pagamento e antecipações, controle de CMV e fluxo de caixa para você enxergar a margem real de cada produto vendido.
Vender sem CNPJ vs. Loja com CNPJ Estruturado
Diferente de profissionais liberais, os e-commerces lidam com tributação de comércio: ICMS, NF-e e Simples Nacional Anexo I. Entenda como a formalização impacta a operação da sua loja.
CPF e Venda sem Estrutura
Vender por CPF ou sem estrutura formal limita a emissão de nota fiscal de produto, dificulta a abertura de conta PJ e o acesso a taxas de cartão menores, e pode gerar questionamento da Receita Federal sobre habitualidade comercial.
- Sem emissão regular de NF-e/NFC-e para marketplaces e clientes
- Sem separação entre patrimônio pessoal e capital de giro da loja
- Sem Inscrição Estadual, o que trava a operação em várias plataformas
CNPJ e Simples Nacional Anexo I
Com CNPJ ativo, o comércio eletrônico costuma se enquadrar no Simples Nacional Anexo I (comércio), diferente do Anexo III/V usado por prestadores de serviço, permitindo emissão de NF-e/NFC-e, Inscrição Estadual e acesso a taxas e crédito PJ.
- Enquadramento em Anexo I (comércio), sem Fator R de serviço
- Emissão regular de NF-e e NFC-e integrada às plataformas de venda
- Estrutura pronta para marketplaces que exigem CNPJ e Inscrição Estadual
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Se você sente que seu contador atual não entende de ICMS, DIFAL ou conciliação de marketplaces, e trata sua loja como se fosse um prestador de serviço qualquer, a troca de escritório é simples e pode ser feita a qualquer momento do ano.
Contato inicial: Você nos conta como está sua situação e suas expectativas.
Análise documental: Avaliamos enquadramento, obrigações e histórico fiscal.
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Perguntas Frequentes sobre Contabilidade para E-commerces
Respostas detalhadas para as principais dúvidas de lojistas, sellers de marketplace e desenvolvedores que vendem produto próprio.
Guia Estratégico de Contabilidade para E-commerces
A contabilidade para e-commerces vai muito além da entrega de guias de impostos e balancetes burocráticos. Quem vende produto próprio online, seja em marketplace, loja própria ou plataforma desenvolvida sob medida, lida com regras de comércio que exigem precisão: ICMS, NF-e, controle de estoque e conciliação de múltiplos canais de venda.
Comércio eletrônico não é a mesma coisa que prestação de serviço online
Quem vende mercadoria própria costuma se enquadrar no Simples Nacional Anexo I, com incidência de ICMS (imposto estadual) e emissão de NF-e ou NFC-e. Isso é diferente das regras que valem para quem presta serviço, tributado em outros anexos, com ISS (imposto municipal) e NFS-e. Essa confusão é especialmente comum entre profissionais de tecnologia acostumados com a lógica de tributação de serviço, que ao abrir uma loja de produto próprio precisam se adaptar a uma lógica fiscal diferente.
O desenvolvedor que também é lojista: um sub-nicho com regras próprias
Um número crescente de programadores, agências e infoprodutores constrói a própria loja virtual, um SaaS com componente físico ou uma plataforma de nicho para vender produto próprio. Nesse cenário, é comum a mesma empresa reunir receita de venda de mercadoria e receita de prestação de serviço técnico, o que pode implicar CNAEs adicionais e, em alguns casos, regimes de tributação diferentes para cada atividade. Não existe uma fórmula única: cada estrutura deve ser avaliada individualmente antes de decisões sobre CNPJ único, CNPJs separados ou enquadramento tributário.
Marketplaces, conciliação e a margem real do seu produto
Vender em Mercado Livre, Shopee ou Amazon envolve comissões, fretes, antecipações e retenções que tornam o valor líquido recebido diferente do valor bruto da venda. Sem uma conciliação organizada entre o que a plataforma reporta e o que efetivamente entra no caixa, fica difícil apurar corretamente os impostos e enxergar a margem real de cada produto, considerando o Custo da Mercadoria Vendida (CMV) e as despesas operacionais da loja.